Coca-cola é vício…

14 \14UTC outubro \14UTC 2008

Coca-cola

Faz algum tempo que eu decidi parar de tomar Coca-cola. Afinal, eu bebia todo dia. Não que eu não fosse tomar nunca mais, apenas reduzir a “eventos”. Comecei a trocar por outros refrigerantes, principalmente Guaraná. Depois, consegui diminuir o refrigerante, e nas refeições e momentos de sede, tenho tomado suco ultimamente. Aquele concentrado mesmo.

Os primeiros indícios de que a coca-cola era puro vício vieram quando, das primeiras vezes, quase que do nada eu sentia uma vontade avassaladora de tomar Coca-cola. Um gole grande ou meio copo era o suficiente. Matava a vontade e eu ficava “tranqüilo” novamente.

Com o tempo, isso passou. Nos últimos dias, a coca-cola tem voltado à mesa aqui em casa, e eu decidi continuar com meu suquinho. Há 5 minutos atrás, entretanto, bateu uma sede. O suco tinha acabado na hora do jantar, e eu fiquei com preguiça de fazer mais. Arrisquei a coca-cola. Argh! Horrível!

Foi um golinho só, e eu pensei até em cuspir na pia só pra poder dizer que eu tava “coca-cola free” há alguns meses, mas era frescura demais… Botei a garrafa de volta na geladeira e peguei o suco concentrado pra misturar com água.

Sério mesmo, não consigo acreditar como eu bebia e gostava (ou achava que gostava) disso… E vocês, leitores?

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Luizináçu!! Corre aqui jegue!

17 \17UTC abril \17UTC 2008

A caravana do governo seguia pelo interior do Piauí.
Lá pelas tantas, no meio do poeirão, bate aquela sede, e o nosso “Ilustríssimo” presidente manda parar junto da primeira casa para beber um pouco de água..
Diante do pedido daqueles homens, a dona do casebre, hospitaleira, grita para o menino de uns 9 anos que estava sentado na porta:

– Luizináçu!! Corre aqui jegue ! Traiz a quartinha e as caneca prus dotô bebê água!
Lula, todo vaidoso, pergunta:
– Cumpanhêra… Eu vi que a senhora chamou o garoto de Luiz Inácio. Ele tem esse nome em homenagem a alguém ?
– Não, dotô, na verdade o nome dele é Fernando Henrique, mas… é que urtimamente esse minino danô a bebê, roubá, minti, si fingi de sonso e fazê tanta merda, que nóis apelidô ele assim…

* Piada recebida por e-mail…


Malditas aulas…

18 \18UTC março \18UTC 2008

É, o movimento do blog deu uma caída. Não tema, caro leitor, você não foi esquecido! Motivos de força maior nos impedem de vivenciar o ócio, que por sua vez, é necessário para fervilhar a criatividade.

Acho que todos nós precisamos de umas boas férias… 😎


Assumindo-se nerd/geek!

20 \20UTC janeiro \20UTC 2008

Hoje eu li algo bem legal… 12 razões porquê um geek vai roubar sua namorada em 2008 (tradução livre by me – link em inglês). Me fez lembrar de um outro texto muito legal, chamado Nerds mandam bem (este em português mesmo). Os dois são leituras bastante interessantes, e mostram o “lado bom” de ser nerd/geek. Caso você conheça mais algum no mesmo teor, por favor poste um comentário com o link, pois terei o maior prazer em ler!

Um nerd 'clássico'...Ser geek, ou ser nerd, não significa ser aquele tapado de óculos fundo de garrafa com camisas xadrez e suspensórios, que nunca viu uma menina pelada senão em revistas (ou Internet), como Hollywood já tentou vender. É, entretanto, ter interesse por se aprofundar em suas áreas de interesse, sejam elas quais forem e quantas forem. Em tempo, geek muitas vezes é sinônimo de um nerd interessado em tecnologia, mas qualquer definição para ambos os termos é altamente dependente da interpretação que se faz deles – e que são muitas. Exponho aqui, portanto, meu ponto de vista. No Wikipedia pode-se encontrar uma lista das diferentes possibilidades.

Se um nerd sabe tanto de computadores, astronomia, carros, aviões, guerras e fatos históricos ou o que for, é porque o interesse dele vai além da superfície. Vou ousar dizer que é querer entender como ou por quê as coisas funcionam, acontecem e/ou são como são. Se eu sei que o problema do seu computador está na rebimboca da parafuseta (acredite, ela não está só nos carros! hehe) é porque eu sei como ele funciona, e o que pode estar atrapalhando.

Dilbert!Tenho uma amiga que prefere o termo neonerd (oi Michelle!), cuja definição para ela era “nerd com vida social”. É uma boa alternativa para eliminar logo qualquer interpretação com conotações pejorativas, destacando que é possível ser uma pessoal “normal” (seja lá o que for ser normal) e ter interesses profundos por diversas áreas. Afinal, se ser nerd é entender muito de um assunto do qual a gente obviamente gosta, então ser nerd é algo legal!

Ficam por aqui minhas divagações sobre o assunto… Leiam os links, divirtam-se, mandem suas opiniões. E mais, se você se identificar, por quê não assumir seu lado nerd? 🙂 Antes que eu me esqueça… Se você é do ramo da engenharia ou áreas afins, não deixe de ver este vídeo. Quem disse que nerds não têm superpoderes? 😎


Sisos!

5 \05UTC janeiro \05UTC 2008

Hoje, num belo dia do verão carioca, eu retirei meus últimos dois sisos. Como a maioria das pessoas, eu tinha 4 deles (mas é bem tranquilo ter mais ou menos que isso também, segundo recente pesquisa pessoal) e já tinha tirado dois.  Ó alegria, finalmente livre destes monstrengos que não cabiam na minha arcada e ameaçavam meu lindo sorriso :D:D:D

Pois bem, achei engraçadinho descobrir, recentemente apenas, que em inglês os sisos (ou terceiros molares) são chamados de wisdom teeth e que em português um monte de gente chama de ‘dente do juízo’. Isso tudo porque ele só nasce quando a gente já tá mais velhinho, lá entre os 17-24 anos e supostamente somos então mais sábios e ajuizados do que éramos quando crianças.

Em diversos outros idiomas a mesma gracinha é repetida, como no latim (dens sapientiae), alemão (Weisheitszahn), sueco (visdomstand), espanhol (muela del juicio) e mil etc.

Na Bulgária,  ele é chamado de мъдрец (não tenho idéia da fonética disso) e quer dizer homem sábio. Na Turquia, ele é chamado de dente dos vinte anos (20 yaş dişi) e em árabe a tradução literal é ‘o dente da mente’ (ضرس العقل).

Agora, meus favoritos são os nomes coreano Sa-rang-nee, que é algo como o dente do amor, se referindo a essa idade tão passional e dolorosa e o japonês Oyashirazu, que significa desconhecido dos pais, porque tradicional -e preferencialmente- o filho já saiu de casa por essa idade.

Enfim, era só uma curiosidadezinha mesmo. Não me sinto esse tanto todo mais sábia nessa idade, nem percebo um demérito intelectual com a perda dos pobres 4. Mas se tantas culturas pensaram a mesma coisa, deve ter alguma coisa por aí.. em todo caso, eu guardei os meus numa caixinha aqui no quarto 😉

🙂